ESTA NOITE, UMA MENININHA VAI BEBER ÁGUA APENAS PARA ACALMAR A FOME
O nome dela é Mariam.
Ela tem 6 anos.
E, pela terceira noite nesta semana, vai dormir de estômago vazio.
Em uma aldeia castigada pela seca no norte do Quênia, onde o solo está rachado após meses de calor intenso, famílias esperam todos os dias por alimentos que muitas vezes nunca chegam.
O vento leva poeira para dentro das casas danificadas.
As plantações morreram.
As cabras já não produzem leite.
E, quando o sol desaparece no horizonte seco, as crianças começam a chorar de fome.
Algumas choram alto.
Outras, em silêncio.
E algumas já não têm forças nem mesmo para chorar.
Mariam é uma delas.
UMA CRIANÇA NUNCA DEVERIA SABER O QUE É PASSAR FOME
Mariam costumava correr.
Costumava rir quando seu irmão mais velho corria atrás dela entre as acácias.
Hoje, ela mal consegue caminhar.
Seus braços ficaram extremamente finos.
Sua barriga está inchada por causa da desnutrição grave.
À noite, as cólicas provocadas pela fome doem tanto que sua mãe aquece água em uma pequena fogueira apenas para lhe dar algo quente para beber.
Não porque isso a alimente.
Mas porque, por alguns minutos, faz seu estômago sentir que está cheio.
Imagine ter apenas seis anos…
…e já ter aprendido a fingir que não está com fome.
Todas as manhãs, sua mãe enfrenta uma escolha impossível
A mãe de Mariam, Safiya, acorda antes do nascer do sol e caminha quilômetros sob um calor intenso, procurando caminhões de ajuda humanitária que talvez nem cheguem naquele dia.
Às vezes, ela volta com um pequeno saco de cereais.
Em outros dias, volta de mãos vazias.
Quando há comida suficiente para apenas uma criança, ela divide o pão em pequenos pedaços e diz baixinho a Mariam:
“Eu já comi.”
Mas uma mãe nunca esquece o som do próprio filho chorando de fome.
E Deus também não.
“O pão nosso de cada dia nos dai hoje.”
Todas as noites, antes de dormir, Mariam junta suas pequenas mãos e repete a única oração de que se lembra da igreja da aldeia:
“Pai nosso que estais no céu…
o pão nosso de cada dia nos dai hoje.”
Ela não entende de economia.
Não entende por que existe seca.
Não entende por que há comida em algumas partes do mundo enquanto crianças passam fome em outras.
Ela sabe apenas uma coisa:
Está com fome.
E está orando para que alguém a escute.

A verdade é difícil de ler — mas é ainda mais difícil vivê-la
Neste momento, milhões de crianças em toda a África Oriental enfrentam níveis extremos de fome.
Mas a fome não tem a aparência de uma estatística.
Ela se parece com:
- uma mãe passando dias sem comer para alimentar os filhos
- uma criança fraca demais para ficar em pé
- uma panela vazia sobre uma fogueira apagada
- pequenas mãos procurando migalhas que não existem
A desnutrição grave não acontece de uma só vez.
Ela acontece lentamente.
O corpo começa a consumir suas próprias reservas, pouco a pouco.
Primeiro desaparece a energia.
Depois, a força.
Depois, o sistema imunológico enfraquece.
E, por fim…
a esperança.
A menos que alguém intervenha.
As Escrituras são claras sobre nossa responsabilidade
No Evangelho de Mateus, Jesus diz:
“Porque tive fome, e vocês me deram de comer.”
— Mateus 25:35
E Provérbios nos lembra:
“Quem trata o pobre com bondade empresta ao Senhor.”
— Provérbios 19:17
A fé não se mede apenas pelas orações.
Ela também se revela no que fazemos quando uma criança com fome precisa de nós.
Você pode fazer parte do milagre pelo qual ela está orando
Esta noite, você pode ajudar a colocar alimento nas mãos de uma criança que passa fome.
Não algum dia.
Não no futuro.
Agora.
🙏 R$ 40 — Ajuda a fornecer alimentos emergenciais para uma criança com fome
🙏 R$ 60 — Contribui para o fornecimento de alimentos fortificados para crianças com desnutrição grave
🙏 R$ 100 — Ajuda a fornecer alimentos para uma família durante um período crítico
🙏 R$ 200 — Ajuda a levar alimentos, água potável e cuidados médicos essenciais
🙏 R$ 300 — Oferece apoio para alimentar várias crianças durante os períodos mais graves de escassez
Você não está apenas fazendo uma doação.
Está ajudando a impedir que a fome tenha consequências irreversíveis.
Imagine o que a sua generosidade significa para uma criança
Para você, pode parecer uma pequena contribuição.
Para Mariam, pode significar:
- dormir sem a dor da fome
- acordar com mais força
- ouvir sua mãe rir novamente
- ter energia para aprender, brincar e viver
Uma única refeição pode fazer mais do que fortalecer o corpo.
Ela também pode devolver a esperança.
Em algum lugar, esta noite, uma criança espera que alguém se importe
Neste momento, enquanto a escuridão cobre as planícies secas do Quênia, Mariam está deitada sobre uma esteira fina ao lado de sua mãe.
Seu estômago dói.
Seus lábios estão secos.
E, antes de fechar os olhos, ela faz uma última oração:
“Querido Deus…
por favor, envie alguém para nos ajudar a ter o que comer amanhã.”
Essa pessoa pode ser você.
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Cada contribuição pode se transformar em alimento para mãos vazias.
Força para um corpo fragilizado.
Esperança no coração de uma mãe assustada.
E na certeza de que, mesmo neste mundo…
Deus não se esqueceu deles.
“Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.”
— Mateus 5:7
“Deixem vir a mim as crianças.”
— Mateus 19:14
Sobre a região
O norte do Quênia continua enfrentando períodos severos de seca e insegurança alimentar após sucessivas temporadas de chuvas insuficientes.
Muitas famílias rurais dependem da agricultura de subsistência e da criação de animais, mas a escassez de água e a perda das plantações levaram comunidades inteiras a uma situação de emergência.
Para crianças como Mariam, até mesmo uma refeição nutritiva pode fazer uma enorme diferença na recuperação da desnutrição.
Sem apoio externo, muitas famílias enfrentam enormes dificuldades para atravessar os próximos meses.
